Brusinox e Copacol: uma parceria construída ao longo dos anos
O crescimento de uma indústria muda volumes, rotinas e necessidades, por isso, à medida que a produção avança, a tecnologia também precisa acompanhar esse movimento. No processamento de tilápias da Copacol, essa evolução começou a ser construída junto à Brusinox em 2008, com a implantação da primeira Unidade Industrial de Peixes, em Nova Aurora, no Paraná.
Naquele momento, a unidade tinha capacidade aproximada de 10 toneladas por dia e uma operação essencialmente artesanal. Era o ponto de partida de uma estrutura que, ao longo dos anos, aumentaria significativamente sua escala produtiva e passaria a exigir novas respostas em equipamentos, automação e organização dos processos.
Conforme a operação cresceu, a parceria entre Copacol e Brusinox também entrou em novas etapas, acompanhando as mudanças da planta e as necessidades que surgiram com o aumento do volume processado.
O crescimento da operação abriu espaço para uma nova etapa
Em 2023, a Unidade Industrial de Peixes de Nova Aurora já processava cerca de 150 mil tilápias por dia e iniciava um novo ciclo de investimentos em automação. Nesse contexto, a Brusinox participou do desenvolvimento e do comissionamento de equipamentos automatizados voltados às características da operação da Copacol.
A implantação dessas soluções permitiu avançar na padronização dos processos, reduzir a variabilidade das operações e obter ganhos em eficiência, qualidade e segurança operacional. Além disso, o projeto foi construído considerando a rotina da planta, o ritmo de produção e as exigências de uma operação que já trabalhava em uma escala muito diferente daquela encontrada no início da parceria.
Esse processo também contou com a participação ativa da equipe da Copacol, tanto no desenvolvimento quanto nos testes e nas validações das soluções. Dessa forma, os equipamentos não foram apenas inseridos na linha produtiva, eles passaram por um processo de evolução técnica conectado às necessidades observadas durante a operação.
A própria trajetória do projeto mostra um aspecto importante da automação industrial, especialmente no processamento de alimentos: aumentar o nível de tecnologia de uma planta envolve compreender como cada etapa se relaciona com a seguinte, quais pontos precisam de maior estabilidade e onde a automação pode contribuir para manter o processo mais padronizado.
Uma solução construída para acompanhar a operação
A relação entre Brusinox e Copacol, portanto, não se resume ao fornecimento de um equipamento específico. Desde a implantação da primeira unidade, o conhecimento acumulado sobre o processo passou a contribuir para o desenvolvimento das etapas seguintes, o que permitiu acompanhar a transformação da operação ao longo do tempo.
Com o avanço da automação em Nova Aurora, a tecnologia desenvolvida também ganhou espaço em uma nova unidade. Em 2024, a solução foi levada à Unidade Industrial de Peixes de Toledo, ampliando o alcance do trabalho realizado e levando a experiência adquirida no processo para outra operação da Copacol.
Essa continuidade é especialmente relevante em projetos industriais de grande porte, porque as demandas de uma planta mudam conforme a capacidade cresce. O que atende uma operação em determinado momento pode precisar ser revisto posteriormente, seja pela necessidade de aumentar o volume, melhorar o fluxo produtivo, reduzir variações ou incorporar novos níveis de automação. Por isso, acompanhar essa evolução exige engenharia aplicada à realidade de cada etapa, e não apenas a adaptação de uma solução pronta.
De uma operação artesanal a aproximadamente 210 mil tilápias por dia
Atualmente, com as unidades de Nova Aurora e Toledo operando com tecnologia automatizada, a estrutura industrial da Copacol processa, em conjunto, aproximadamente 210 mil tilápias por dia, consolidando uma das maiores operações de beneficiamento de tilápias da América do Sul.
O número ajuda a dimensionar a transformação ocorrida desde 2008, porém, mais do que comparar volumes, o case permite observar como uma operação industrial pode evoluir quando crescimento produtivo, desenvolvimento técnico e automação caminham de forma conectada.
Ao longo dessa trajetória, a Brusinox participou de diferentes momentos da operação, desde a implantação da primeira unidade até o desenvolvimento e a expansão de soluções automatizadas, acompanhando uma planta que ganhou escala, incorporou novas tecnologias e passou a trabalhar com exigências cada vez maiores de produtividade e estabilidade.
Para a Brusinox, esse trabalho traduz uma forma de desenvolver engenharia para a indústria alimentícia: compreender o processo, acompanhar as mudanças da operação e criar soluções que façam sentido dentro da realidade produtiva de cada cliente.
Quando a produção cresce, a necessidade industrial também muda, e é justamente nesse movimento que engenharia e automação passam a ter um papel cada vez mais importante para sustentar a evolução da planta.
Sua indústria está avaliando uma nova etapa de automação, aumento de capacidade ou melhoria do processo produtivo?
Converse com a equipe da Brusinox e apresente as necessidades da sua operação.
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