BEM-ESTAR ANIMAL DESAFIA O SETOR DE PEIXES — E ABRE ESPAÇO PARA TECNOLOGIAS QUE ELEVAM QUALIDADE E PADRONIZAÇÃO NO ABATE
O avanço acelerado da piscicultura no Brasil trouxe o bem-estar animal para o centro do debate. Segundo reportagem da Gazeta do Interior, a produção nacional já ultrapassa 724 mil toneladas, com crescimento acima de 10% em 2024, mas ainda enfrenta gargalos importantes no manejo, transporte e principalmente no processo de abate, que carece de padronização e práticas humanitárias adequadas.
A ausência de protocolos específicos para peixes e o uso predominante de métodos tradicionais — considerado inadequado sob a ótica do bem-estar — aumentam riscos de estresse, lesões, queda de rendimento e perda de qualidade durante o abate. Esses fatores afetam diretamente a produtividade das indústrias e a aceitação do produto em mercados exigentes, como exportação e varejo premium.
Diante desse cenário, cresce a demanda por soluções que garantam insensibilização eficaz, redução do sofrimento e padronização industrial — elementos hoje essenciais para competitividade e atendimento às novas exigências de mercado.
É nesse contexto que a Brusinox se destaca com seu Atordoador de Abate Humanitário, desenvolvido para assegurar:
- Insensibilização rápida e eficiente, reduzindo sofrimento;
- Menor estresse e melhor preservação física dos peixes;
- Carne com mais qualidade, firmeza e aparência superior;
- Processo contínuo e padronizado, alinhado a exigências nacionais e internacionais.
Com o atordoador Brusinox, indústrias que buscam ampliar produtividade e elevar padrões de qualidade encontram uma solução que combina bem-estar animal, eficiência operacional e alta tecnologia — um passo fundamental para acompanhar a evolução do setor e conquistar novos mercados.









